Jornadas Culturais - “Porque se fazem as festas?”

AS PRIMEIRAS JORNADAS CULTURAIS LEVAM ATÉ SI A IMPORTÂNCIA DE RITUAIS E FESTAS TRADICIONAIS

QUATRO SESSÕES DE DEBATES EM QUATRO MUNICÍPIOS DO PAÍS

A Progestur tem o prazer de apresentar as primeiras Jornadas Culturais, com o tema “Porque se fazem as festas?”. Esta iniciativa, desenvolvida em parceria com a Fundação Inatel e que conta com o apoio da Universidade Lusófona e das Câmaras Municipais envolvidas neste projeto (Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Proença-a-Nova e Viana do Castelo), pretende abordar as tradições portuguesas, promovendo quatro sessões de debates que contarão com a presença de personalidades ligadas à área académica, da cultura, da investigação, entre outras.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais irão proporcionar um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica das tradições na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

As primeiras Jornadas Culturais “Porque se fazem as festas?” irão iniciar-se no final de 2018, em Sendim, Miranda do Douro, prolongando-se ao longo do ano 2019. Cada sessão de debates terá dois painéis com três oradores, fazendo um total de 6 oradores por sessão, 24 no total.

As sessões seguintes, ocorrerão a 2 de fevereiro, em Podence, Macedo de Cavaleiros, sobre as “Festividades do Entrudo”. Segue-se o debate dedicado aos “Rituais Religiosos” que decorrerá a 6 de Abril em Proença a Nova. A quarta e última sessão de debates destas primeiras Jornadas Culturais terá lugar no dia 10 de Maio, em Viana do Castelo e irá oferecer uma reflexão sobre as “As Grandes Romarias”.

Após a conclusão das Jornadas Culturais, no final do ano de 2019, será editado um livro com as intervenções registadas ao longo das quatro sessões de debates, estando a sua apresentação a ser preparada para Setembro/Outubro na Universidade Lusófona, em Lisboa.

PRÓXIMAS JORNADAS

 

2ª Sessão | 2 de fevereiro de 2019

Casa do Careto, Podence, Macedo de Cavaleiros

Tema: Festividades do Entrudo

 

Depois do sucesso que foi a 1ª sessão de debates das Jornadas Culturais | Porque se Fazem as Festas?, temos todo o gosto em anunciar a data para a 2ª sessão, que decorrerá no dia 2 de Fevereiro, na Casa do Careto, em Podence, Macedo de Cavaleiros, pelas 15h00. E porque vamos estar em Podence, terra dos seus fantásticos caretos, nada melhor do que abordarmos como tema central do debate as "Festividades do Entrudo". Marque esta data na sua agenda e venha até Podence descobrir "Porque se Fazem as Festas".

 

Press 2ª sessão

JORNADAS JÁ REALIZADAS
1ª sessão

 

1ª Sessão | 15 de dezembro de 2018

Centro de Música Tradicional Sons da Terra, Sendim, Miranda do Douro

Tema: As Festas de Solstício de Inverno

 

1º PAINEL

Moderador:

Hélder Ferreira, presidente de direção da Progestur (ADGTCP). Licenciado em Sociologia pela Universidade Lusófona. Autor e coordenador de várias publicações. Coordenador dos projetos: FIMI – Festival Internacional da Máscara Ibérica, Festas e Romarias em Portugal, Festas e Romarias na Madeira e Sentir Portugal em Oviedo. Co-organizador do projeto europeu “Masks and Masquerades – The Multiple Faces of Europe”.

 

Oradores:

Alfredo Cameirão é mirandês por te nascido e se ter criado em São Pedro da Silva, aldeia da Terra de Miranda, onde ainda hoje passa muito do seu tempo e onde pode ajudar a recuperar a Festa de Santa Luzia com as figuras do Velho, da Galdrapa e dos Bailadores. É professor da área das línguas no ensino secundário e, como todos os mirandeses, é falante de mirandês, sendo Vice-Presidente da Associaçon de Lhéngua i Cultura Mirandesa e um dos fundadores da Academia de Letras de Trás-os-Montes.

Antero Neto natural de Bruçó, concelho de Mogadouro, é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. É advogado e já exerceu funções como professor, autarca e dirigente associativo.
É sócio da “Academia de Letras de Trás-os-Montes” e da “Associação Portuguesa de Escritores”. Colaborou como repórter fotográfico na revista “Epicur”. Escreveu artigos de investigação para algumas publicações e colaborou em diversas obras coletivas: “Antologia de Autores Transmontanos” e “Linha do Vale do Sabor, Um caminho-de-ferro raiano do Pocinho a Zamora” e ainda na obra “Rostos Transmontanos”, de Paulo Patoleia. Participou no documentário televisivo dedicado ao escritor Trindade Coelho, inserido no âmbito do programa “O Douro nos Caminhos da Literatura”.

Mário Correia, musicólogo e folclorista, fundador e diretor do Centro de Música Tradicional Sons da Terra. Investigador do IELT (Universidade Nova de Lisboa) e membro da Academia de Letras de Trás-os-Montes, também já foi vice-presidente da Associaçon de Lhengua i Cultura Mirandesa. Criador da editora discográfica e bibliográfica Sons da Terra (1999) com mais de uma centena e meia de títulos publicados com recolhas de música tradicional. Destinguindo com diversos prémios entre eles uma Medalha de Mérito Cultural (Governo de Portugal, 2012). Autor de diversos livros sobre música tradicional e popular.

 

2º PAINEL

Moderador:

Francisco Madelino, presidente da Fundação INATEL, economista e Docente ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa. Exerce funções como Presidente da Fundação Inatel, Presidente da Assembleia Intermunicipal da Lezíria do Tejo, Presidente da Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos e Presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Santarém. Entre 2005 e 2011 assumiu o cargo de Presidente do Instituto do Emprego e da Formação Profissional e foi Presidente do Instituto de Políticas Públicas e Sociais (IPPS-ISCTE). Tem desenvolvido atividade como Investigador e consultor, com vários trabalhos realizados e publicados, nas áreas do emprego, da formação profissional, da macroeconomia, da economia setorial, da economia social e da economia local, da segurança social e da administração pública.

 

Oradores:

Jorge Lira, arquiteto de formação, iniciou as pesquisas sobre Gaitas de Fole no ano de 1985. Aprendeu a tocar Gaita Mirandesa com um velho mestre gaiteiro português. A partir desse ano colecionou informações e dados que hoje constituem um acervo inigualável de conhecimento sobre este instrumento tradicional em Portugal. Estudou, mediu e desenhou alguns dos instrumentos musicais que pertenceram aos gaiteiros mais importantes ainda vivos nos anos 80/90 do século XX, o que proporcionou um conhecimento único sobre estes instrumentos, podendo hoje replicar todos os instrumentos históricos estudados.

Eduardo Moraes Sarmento é licenciado em Economia, com mestrado e doutoramento na mesma área. Atualmente faz consultoria internacional na área do Turismo e é professor na licenciatura e mestrado de Economia da Universidade Lusófona, em Lisboa. É diretor do Centro de Investigação do Departamento de Economia e Gestão, da mesma universidade, desenvolvendo estudos na área do Turismo e Economia.
Já participou em diversas conferências nacionais e internacionais e colaborou com várias publicações internacionais.

Artur Nunes, presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e pela Faculdade de Economia da Universidade de Saragoça (Espanha); Master em Economia Europeia, pela Real Academia de Estudos Europeus em Saragoça e doutorado em Análise Económica. Ao longo da sua carreira profissional exerceu funções em diversas empresas e entidades nacionais. Fez Consultoria e Assessoria de direção em várias empresas.
Já foi docente em Licenciaturas e Pós-Graduações em áreas de Gestão Financeira, Economia, Fiscalidade, Recursos Humanos, Ciências Empresariais, Gestão de Investimentos, em instituições como, Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais, UTAD, Universidade de Salamanca, ISLA. A sua experiência política começou em 2003. É desde 2009, Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro.

Press 1ª sessão